Nunca é tarde para recomeçar, aprender e transformar sonhos em realidade. A história de Clóvis Roberto Ferreira, de 58 anos, é a prova de que dedicação, perseverança e oportunidades podem mudar vidas e abrir novos caminhos profissionais.
Em 2020, Clóvis decidiu iniciar a graduação em Serviço Social pela Universidade Nove de Julho (Uninove). Pouco tempo depois, a pandemia da Covid-19 interrompeu seus planos e o levou a suspender temporariamente os estudos. No entanto, o sonho permaneceu vivo.
Em 2022, com a retomada das atividades presenciais, ele voltou à faculdade determinado a concluir sua formação. Ao chegar ao quinto semestre, iniciou a busca pelo estágio obrigatório, etapa essencial para colocar em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.
Foi nesse momento que encontrou uma oportunidade divulgada em um grupo da faculdade: o Instituto Caju, em Carapicuíba, estava selecionando estudantes de Serviço Social para estágio.
Clóvis entrou em contato e foi acolhido pela equipe da instituição, sendo recebido por Danyele Souza e pela assistente social Ana, que acompanharam sua jornada de aprendizado e desenvolvimento profissional.
Durante o estágio, concluiu inicialmente as 240 horas obrigatórias e, no semestre seguinte, permaneceu na instituição para dar continuidade às atividades no projeto Olhar do Futuro, em Suzano, totalizando 480 horas de estágio supervisionado.
Mais do que cumprir uma exigência acadêmica, o estágio proporcionou uma experiência prática intensa, permitindo que Clóvis conhecesse de perto a atuação da política de assistência social.
Ao longo desse período, participou de importantes atividades, como:
Encaminhamentos para a rede socioassistencial;
Emissão de declarações de recusa;
Atuação integrada com SAICA, CRAS, SAS e CREAS;
Abordagem social;
Operações de Baixas Temperaturas;
Apoio ao Consultório na Rua;
Atendimento e acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Essa vivência fortaleceu sua formação e preparou Clóvis para os desafios da profissão.
Mesmo antes de concluir a graduação, decidiu participar de um processo seletivo promovido pelo Instituto Pilar – Instituto de Transformação Social, organização responsável pelo serviço SEAS Casa Verde.
Após enviar seu currículo, foi convocado para uma entrevista realizada em 24 de junho de 2026. Concorrendo com outros 12 profissionais que já possuíam experiência na área, Clóvis apresentou sua trajetória, compartilhou a experiência adquirida durante o estágio no Instituto Caju e entregou sua certificação juntamente com a documentação solicitada.
Dois dias depois, recebeu a notícia que mudaria sua vida.
Em 26 de junho de 2026, foi informado de sua aprovação no processo seletivo e contratado para atuar como Orientador Social no SEAS.
Hoje, exercendo a profissão que escolheu, Clóvis dedica seu trabalho ao acolhimento, orientação e atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, colocando em prática tudo o que aprendeu durante sua formação acadêmica e estágio.
Em seu depoimento, ele faz questão de reconhecer a importância do Instituto Caju em sua trajetória:
"Sou muito grato ao Instituto Caju por ter me dado a oportunidade de realizar meu estágio e aprender tanto com toda a equipe. Foi ali que adquiri conhecimentos, desenvolvi minha prática profissional e ganhei confiança para seguir minha carreira. Hoje tenho a alegria de trabalhar fazendo aquilo que mais amo: acolher e ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social."
Histórias como a de Clóvis reforçam o compromisso do Instituto Caju com a formação de novos profissionais e com o fortalecimento do Terceiro Setor.
Mais do que oferecer um campo de estágio, a instituição acredita na construção de oportunidades reais, no desenvolvimento humano e na preparação de profissionais comprometidos com a transformação social.
A trajetória de Clóvis demonstra que não existe idade para aprender, crescer profissionalmente e realizar sonhos. Com dedicação, apoio e acesso às oportunidades certas, é possível transformar desafios em conquistas e construir um futuro de impacto na vida de muitas pessoas.
O Instituto Caju parabeniza Clóvis Roberto Ferreira por essa importante conquista e deseja que sua caminhada continue sendo marcada pelo compromisso, pela ética e pela transformação de vidas através do Serviço Social.
Sensação
Vento
Umidade





